terça-feira, 7 de dezembro de 2010

MUITA TINTA, DIVERSÃO E ADRENALINA


Minha delícia é marcar, quase todo mês, um jogo de Paintball com os meus amigos. O circuito de Paintball se localiza na Avenida Monsenhor Félix em Irajá, número 582.Tento sempre chegar na hora para não atrasar. Porém, sempre tenho que esperar aqueles que se atrasam. Mas o atraso acaba virando parte da brincadeira, pois estes sempre tomam alguns tiros no final. Nos divertimos muito por algumas horas e depois que terminamos de jogar partimos em direção a alguma lanchonete. Comemos alguma coisa e, depois, voltamos todos sujos de tinta pelo meio da rua, nos divertindo mais ainda no caminho de volta para nossas casas.
Daniel dos Santos de Oliveira

ESTUDANTE NÃO É SARDINHA!

A minha dor também é, também, a dor de muitos outros passageiros (estudantes, idosos e deficientes) que utilizam os ônibus da empresa Andorinha (linhas 746 e/ou 745).
Todos os dias eu tenho que pegar esse ônibus, tanto na ida quanto na volta. Os motoristas dessa empresa são instruídos a não permitir a passagem de estudantes, idosos e deficientes pela roleta. Por isso, temos de ficar nas ÚNICAS TRÊS vagas que nos são cedidas. A situação é pior na volta, no ponto final em Cascadura, pois na hora em que chego lá, por volta de 17h50min, têm muitos alunos voltando para casa. Além de muitas pessoas que põem o uniforme de colégios públicos para não pagarem passagem. Isso é muito desagradável, pois por duas vezes tive que ficar na fila por mais de uma hora, esperando pelo ônibus.
Acho que a solução para isso seria a retirada destes lugares na frente.


Thayanne Aquila Santos de Lima

terça-feira, 30 de novembro de 2010

E NO FIM TUDO ACABA EM SAMBA...


A minha delícia é a roda de samba que eu frequento em Oswaldo Cruz, inclusive eu toco cavaquinho lá. A roda se localiza na rua Adelaide Badajós, no bar do L-Tom, todo sábado, a partir das 16 horas. O acesso é público, lógico, quem quiser pelo menos assistir, ou se reunir com os amigos para tomar uma cerveja, pode ir lá. E de quebra irá ouvir samba de 1ª qualidade.
Eu toco no meio de adultos, sou o único dali que é adolescente, o que eu acho que me faz ganhar um certo destaque. Eu toco cavaquinho e meu pai toca tantan, que é um instrumento de marcação. Tem o banjo, que é parecido com o cavaco, mas é redondo e tem uma sonoridade diferente, que é tocado pelo Valdeci. Tem pandeiro, tem um tantan de recorte, um repique de mão, e às vezes um afoxé, que é um instrumento parecido com um chocalho, com um monte de guias em volta, nas quais você coloca a mão e bate.
Oswaldo Cruz tem toda uma história, porque à beira do Rio das Pedras sempre tinha um samba organizado por bambas como Candeia, Monarco e Manacéa.
Bom, eu acho que é isso. Divirtam-se com a minha delícia!


Raphael Acosta Gravino

MUNDO DE DEPENDÊNCIAS

Uma das maiores dores da cidade do Rio de Janeiro é o tráfico de drogas. Como moro em uma favela, a conhecida Favela da Maré, consigo presenciar esse fato com maior facilidade. Todos os dias, ao sair de casa (mais ou menos por volta das 5h50min), me deparo com muitas pessoas vendendo crack, maconha, cocaína... chega a ser deprimente. Na maioria das vezes, os ‘vendedores’ ficam armados, conversando nos seus rádios transmissores sobre as vendas enquanto as pessoas passam por eles com uma expressão assustada.


Gisele Araújo de Lima

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Noites dançantes do Rio

Dançar esse é o motivo pelo qual estou sempre em bailes de
dança de salão. Um deles fica aqui perto da minha casa, na estrada
de Jacarepaguá, nº 7578 (sobreloja) . É um lugar onde muitos
amigos se encontram e se divertem até depois das badaladas da
meia noite. As pessoas dançam, não se importando se os pés doem
ou se o cabelo gruda no rosto, apenas dançamos.
Os bailes de dança de salão têm suas tradições e costumes, e pra
mim, a preparação já começa desde antes do banho, escolhendo o
que vestir o com que cheiro estar, como usar o cabelo. Enfim, estar
bonita e cheirosa. Chegando lá, o certo a se fazer é cumprimentar
à todos que conheço e esperar um cavalheiro me chamar para
dançar. São eles quem sempre chamam para dançar. As damas
apenas os aguardam, e quando a música acaba é dever do
cavalheiro levar ao lugar em que a buscou. Não fazer isso é
considerado falta de educação.
O sistema nos bailes é bem simples, geralmente o DJ toca um
pouco de cada ritmo (isso quando o baile não se dedica a algum
tipo especifico). Os casais vão dançando e ao fim de cada música
acontece a troca de par. Já que todos não dançam somente num
canto do espaço, o sentido de giro é anti-horário, para evitar
esbarrões e tumulto. Ao contrario do que muitos pensam, nem
sempre dançar junto é um sinônimo de paquera, mas sempre tem
aqueles com segundas intenções.

Águas problemáticas

Eu tenho várias “dores” no Rio, mas uma das que me incomoda bastante é o fato de o lugar
onde eu moro, na Rua Silveira Martins no bairro do Flamengo, alagar toda vez que chove por
um longo período de tempo. Isso acontece mesmo quando a chuva não é forte, pois o lixo
que fica nas ruas do Catete e Praia do Flamengo( que são ruas bem mais movimentadas que a
minha) é arrastado pela água das chuvas o que acaba entupindo os bueiros da rua.
Isso já acontece há anos e o governo nada faz para resolver o problema! Enquanto isso, os
moradores da rua têm que dar um jeito sozinhos, desentupindo os bueiros o tempo todo por
conta própria. O pior é que essa é uma rua histórica, pois nela fica o Palácio do Catete que já
foi a residência de vários presidentes da República e deveria receber maior consideração das
autoridades.
Segue, abaixo, uma imagem da minha rua vista de cima:

terça-feira, 16 de novembro de 2010

BARRA SHOPPING, SINÔNIMO DE FNAC!

Delícia do Rio para mim é ir com a minha família para o Barra Shopping, que se localiza na Av. das Américas, 4666 Barra da Tijuca e “correr” direto para a livraria da FNAC. Ou seja, adoro livros e ficar horas e horas sentado lendo algum livro lá é ótimo! Geralmente, eu vou a essa livraria, pelo menos uma vez por mês e livros de aventura e suspense são minhas maiores paixões nesse meu “mundo literário”. Isso sem falar que, caso eu me canse de ler, eu ainda posso ficar ouvindo algumas músicas legais (em geral músicas internacionais, rock, pop...), já que a FNAC possuí uns “aparelhinhos” nas estantes de CD’s onde a gente pode ouvir o cd.
Enfim essa é minha delícia!